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1 18/07/2018 16:00

Carmen de "O Tempo Não Para" é mais uma mulher rica e bem-sucedida de lista de Christiane Torloni. Como ainda não bastasse, a personagem da próxima novela das 19h, na Globo, vai ter uma vida amorosa intensa com boa parte do elenco masculino da trama aos seus pés. A atriz assume que se sente lisonjeada com a situação.

"Ela vai pegar um monte de gente na trama, sim, mas acho que tem muita lenda por aí. Se ela for se relacionar mesmo com todo mundo que já falam os bastidores, eu só posso dizer que a Carmen será quente, será poderosa e a minha autoestima agradece, né?", brincou.

A mãe de Samuca (Nicolas Prattes) começa a trama em um relacionamento com seu personal trainer, Laércio, interpretado por Micael Borges, e já levantando a questão dos romances, onde há uma grande diferença de idades e, especialmente, com os homens mais novos.

"Ainda é um tabu, mas o preconceito também está nas mulheres, elas são mais críticas quando deparam com uma situação parecida. Os homens aplaudem os homens e eu me pergunto quando as mulheres vão começar aplaudir as mulheres? Estamos até vivendo um tempo diferenciado, mas as mulheres precisam parar de brigar com elas mesmas."

Mais à frente na novela de Mário Teixeira, Christiane fará par com Edson Celulari, por quem a atriz garante ter muita admiração. "Tivemos vários encontros no passado. Ele é um homem que eu respeito muito por ser um artista admirável, uma pessoa muito centrada, ótimo parceiro de cena e um colega bastante envolvido com os movimentos da classe. Recentemente, Edson também deu uma lição de superação magnífica [Em junho de 2016, Edson Celulari anunciou que havia descoberto um Linfoma não-Hodgkin]."

Longe da televisão há dois anos -seu último papel foi Yolanda de "Velho Chico"-, Torloni diz que não curte muito emendar trabalhos na telinha. "Temos que dar oportunidades para o público também se oxigenar um pouco dos atores e nós precisamos respirar outros ares. Quando a novela terminou, eu retornei com espetáculo 'Maria Callas' e cheguei a fazer uma grande temporada. Agora, estou finalizando o documentário que comecei lá atrás. Tem que reciclar para chegar com outra informação. Pintar ou só cortar o cabelo, não dá", observa.

Aos 61 anos, ela curte o neto, mas torce o nariz ao ser chamada de "vovó".

"Tenho cara de vovó? Fica pesado e também nem existe mais essa denominação tipo vovó, vovozinha. No século 21 é outro tipo de pegada, que eu também não sei, mas fico feliz de ter essa oportunidade na vida, de ver o filho do meu filho crescer. Claro que é um bebê desejado, amado, mas vovó não dá."

Folhapress

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